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No Brasil, cerca de 40 mil crianças e adolescentes desaparecem anualmente. Dos casos registrados, 15% permanecem sem solução por longo período de tempo e, às vezes, jamais são resolvidos. Crianças e adolescentes que sofrem violência doméstica ou sexual lideram estatísticas de fugas domiciliares nessas faixas etárias. O agravamento desse cenário é predisposto pela dinâmica familiar frágil, que também não encontra amparo nas políticas sociais e na sociedade. As famílias têm dificuldades para estabelecer os limites indispensáveis para proteger física e emocionalmente seus membros. Precisamos todos – Estado e sociedade – refletir sobre essa situação e fazer algo, efetivamente.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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