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Crime bárbaro

A presidente Dilma Roussef pôs a Polícia Federal no circuito das investigações do assassinato do casal de extrativistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva, hoje de manhã, na área do Projeto de Assentamento Agroextrativista Praialta-Piranheira, na comunidade de Maçaranduba 2, a 45 Km da sede do município de Nova Ipixuna, no sudeste do Pará. A ex-ministra Marina Silva comparou a execução à morte da missionária Dorothy Stang, em Anapu, em fevereiro de 2005.

O Sistema de Segurança Pública do Pará está todo mobilizado para capturar os assassinos. O delegado Marcos Cruz, do município de Jacundá, que responde por Nova Ipixuna, está no local, para onde foi deslocada uma tropa da PM e equipes civis do Núcleo de Apoio à Inteligência, de Marabá; Delegacia de Conflitos Agrários, de Marabá e de Belém; investigadores de Jacundá; grupo de pronto-emprego da Polícia Civil; e peritos do Instituto Renato Chaves.

A equipe é coordenada pelo delegado geral-adjunto, Rilmar Firmino. No início da noite, o próprio secretário de Segurança Pública, Luiz Fernandes, e o delegado geral Nilton Jorge Atayde foram acompanhar de perto os desdobramentos da tragédia.

O Ministério Público Federal também está mobilizado.

Atualização às 19:45: as vítimas haviam informado ao MPF em Marabá nomes de madeireiros de Jacundá e Nova Ipixuna que faziam pressão sobre os assentados e invadiam suas terras para retirar madeira ilegalmente. O MPF/PA encaminhara as denúncias à Polícia Federal e ao Ibama e já havia inquérito investigando várias madeireiras da região.

O Ibama já tinha feito vistorias e detectado a extração ilegal de madeira e até interditado serrarias. A pressão para retirada e venda ilegal de madeira é muito grande sobre assentamentos em todo o sudeste do Pará, por causa da demanda por carvão para a siderurgia.

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