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Conversa fabricada

O desembargador José Eduardo Carreira Alvim, preso em 13 de abril de 2007 – sob a acusação de negociar decisões judiciais em favor de operadores do jogo ilegal no Rio de Janeiro – quer processar a rede Globo e a Polícia Federal. Alega que o trecho da conversa telefônica interceptada pela PF na Operação Hurricane, que serviu para justificar sua prisão, nunca existiu e foi plantada pela PF. O caso abalou o Judiciário ao envolver, entre outros, um ministro do STJ, outro desembargador do TRF além de Carreira Alvim, um juiz do Trabalho e um procurador da República. A versão do desembargador é ratificada pelo perito especialista em fonética forense Ricardo Molina, da Unicamp. Em depoimento à CPI dos Grampos, no dia 8 de maio, o perito diz que a fala não consta nas interceptações. Segundo Molina, Carreira Alvim foi grampeado pela PF por dois anos e meio. Nesse período foram encontradas apenas duas ligações suspeitas, que não somam um minuto de conversa. O perito Ricardo Molina disse à CPI das Escutas Telefônicas, da Câmara, que encontrou irregularidades em centenas de escutas telefônicas feitas pela PF que passaram pela sua análise. E que em muitos casos, há gravações interrompidas, palavras cortadas e seleção de trechos de conversas a critério dos investigadores. As declarações de Molina foram rebatidas pelo diretor-geral do PF, Luiz Fernando Corrêa.

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