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“O anencéfalo morre, e ele só pode morrer porque está vivo. Se o Congresso não
o fez, parece legítimo que setores da sociedade lhe demandem atualização
legislativa, mediante atos lícitos de pressão. Não temos legitimidade para
criar, judicialmente, esta hipótese legal. A ADPF não pode ser transformada em
panaceia que franqueie ao STF a prerrogativa de resolver todas as questões
cruciais da vida nacional. É o Congresso Nacional que não quer assumir
essa responsabilidade, e tem motivos para fazê-lo”.
(Ministro Cezar Peluso,
presidente do STF, único a endossar a divergência aberta pelo ministro Ricardo
Lewandovski,  acerca da interrupção da
gestação de fetos anencéfalos.)
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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