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O Sindicato dos Jornalistas e a
Federação Nacional dos Jornalistas acionarão o Conselho Nacional de Justiça
para que apure a animosidade explicitada pelo próprio juiz Amílcar Guimarães em
relação a Lúcio Flávio Pinto – o que o impede de atuar em qualquer processo que
o envolva o jornalista -, determinando, assim, a nulidade da sentença condenatória
de sua lavra e, consequentemente, das posteriores que nela se basearam.
Sinjor e Fenaj também publicaram nota
de repúdio à conduta do secretário de Comunicação do Pará, Ney Messias, e desde
o dia 17 de fevereiro solicitam audiência ao governador Simão Jatene para
tratar do caso, sem obter sequer resposta até hoje. A representação formal de
minha autoria já está na comissão de ética e, diante da negativa de retratação
de Ney Messias, será denunciado à Justiça por injúria, difamação e
discriminação sexual, além da falta de decoro e de habilitação para o exercício
do cargo público.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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