Publicado em: 29 de fevereiro de 2012
O
presidente da Alepa, deputado Manoel Pioneiro(PSDB), vai receber em audiência a
diretoria da Celpa, na próxima terça-feira, ao lado de líderes de todas as
bancadas, para ouvir as explicações da empresa acerca do pedido de recuperação
judicial. Quer saber detalhes da situação e das providências que devem ser
tomadas para garantir a normalidade do abastecimento. Pioneiro vai se inteirar,
também, do planejamento quanto aos serviços de distribuição do linhão da
Eletronorte que atravessa a Calha Norte e o arquipélago do Marajó, a fim de que
não sofram solução de continuidade. Há várias reclamações de municípios que
foram excluídos do benefício.
presidente da Alepa, deputado Manoel Pioneiro(PSDB), vai receber em audiência a
diretoria da Celpa, na próxima terça-feira, ao lado de líderes de todas as
bancadas, para ouvir as explicações da empresa acerca do pedido de recuperação
judicial. Quer saber detalhes da situação e das providências que devem ser
tomadas para garantir a normalidade do abastecimento. Pioneiro vai se inteirar,
também, do planejamento quanto aos serviços de distribuição do linhão da
Eletronorte que atravessa a Calha Norte e o arquipélago do Marajó, a fim de que
não sofram solução de continuidade. Há várias reclamações de municípios que
foram excluídos do benefício.
O
Pará, em que pese ter em seu território a UHE-Tucuruí, no rio Tocantins – que abastece
o sul/sudeste do País -, e as futuras usinas hidrelétricas de Belo Monte, no
rio Xingu, e de Santo Antonio, no rio Jari, sofre histórico déficit de energia
elétrica, que inviabiliza empreendimentos industriais e comerciais, com
prejuízos incalculáveis ao desenvolvimento, além do que os consumidores pagam
uma das mais altas tarifas do Brasil, o que não condiz com a precariedade do
serviço prestado.
Pará, em que pese ter em seu território a UHE-Tucuruí, no rio Tocantins – que abastece
o sul/sudeste do País -, e as futuras usinas hidrelétricas de Belo Monte, no
rio Xingu, e de Santo Antonio, no rio Jari, sofre histórico déficit de energia
elétrica, que inviabiliza empreendimentos industriais e comerciais, com
prejuízos incalculáveis ao desenvolvimento, além do que os consumidores pagam
uma das mais altas tarifas do Brasil, o que não condiz com a precariedade do
serviço prestado.









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