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Cela do desmatador era toda equipada

Fotos: ascom MPE-PA
Bicicleta ergométrica novinha, cafeteira, notebook com placa de internet, impressora, frigobar e TV. Esses itens “indispensáveis” estavam à disposição do maior desmatador da Amazônia, no Centro de Recuperação Regional de Itaituba, no sudoeste do Pará. Depois de receberem denúncias acerca dos privilégios ilegais, a promotora de Justiça Juliana de Pinho Palmeira e a procuradora da República Janaína Andrade de Sousa foram vistoriar hoje de manhã a cela de Ezequiel Antônio Castanha, preso no último dia 21 pela Polícia Federal e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), resultado da operação Castanheira, realizada em agosto do ano passado, e oficiaram à Justiça Estadual e à Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social denunciando o caso. Logo à tarde, a Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado do Pará divulgou nota oficial em que diz não tolerar a existência de regalias ou objetos proibidos pela lei de execução penal ou regimento interno das unidades prisionais para detentos custodiados no Pará e informou que o diretor da casa penal de Itaituba foi exonerado imediatamente e os objetos não permitidos retirados da cela. A Susipe também adiantou que a sua Corregedoria-Geral já foi para Itaituba colher depoimentos de servidores e responsabilizar quem facilitou a entrada dos itens indevidos na unidade prisional, através de um Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD).

O dano ambiental causado pela quadrilha de Ezequiel, já comprovado por perícias, ultrapassa R$ 500 milhões. O Ministério Público Federal denunciou à Justiça 23 integrantes da organização, por 17 crimes, cujas penas variam de 13 a 55 anos de cadeia. O grupo invadia terras públicas, desmatava e incendiava as áreas para formação de pastos, e depois vendia as terras como fazendas, na região de Novo Progresso.

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