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No histórico bairro do Reduto, em que há sítios arqueológicos e históricos de Belém do Pará, carretas imensas trafegam pelas ruas estreitas e pelo canal da Praça Magalhães, destroem o pavimento e as calçadas, derrubam árvores e comprometem a estrutura das casas. A área não suporta esse tráfego pesado.

Esse fluxo nocivo é de conhecimento público e apesar da restrição legal do tráfego de carretas na grande Belém e região metropolitana, com horários e rotas estabelecidos, além do que na área tombada como patrimônio histórico a proibição é total, não há fiscalização e muito menos punição.

Vejam as fotos e vídeos de hoje (30).

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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