A 27ª Unidade de Conservação do Estado do Pará abrange os municípios de Jacareacanga e Novo Progresso, no sudoeste paraense. O Decreto nº 1.944/2021 foi assinado pelo governador Helder Barbalho na quinta-feira, 21, e publicado ontem (22) no Diário Oficial…

O Atlas da Dívida dos Estados Brasileiros, lançado no Fórum Internacional Tributário pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital, aponta que a dívida ativa das empresas com os entes federados soma estratosféricos R$ 896,2 bilhões, significando 13,18% do PIB…

Ao abrir oficialmente o Forma Alepa/Elepa, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará, deputado Chicão, destacou a importância do trabalho que vem sendo executado pela Escola do Legislativo, treinando, qualificando e atualizando gestores, vereadores e servidores públicos, que dessa forma…

Em Itupiranga, força-tarefa do Ministério Público do Trabalho no Pará e Amapá, Auditoria Fiscal do Trabalho, Defensoria Pública da União e Polícia Federal resgatou sete trabalhadores em condições análogas às de escravos, em duas fazendas no sudeste paraense, e prendeu…

Caçador de pérolas

Historiador, jornalista, antropólogo, folclorista e musicólogo, Vicente Salles, 76 anos, é o patrono da XI Feira Pan-Amazônica do Livro. Na terça, 2, às 20h30, será o lançamento da segunda edição do seu livro “Música e Músicos do Pará”, com sessão de autógrafos. Dicionário biográfico do saber e fazer música no Pará, a nova edição traz mais de 500 páginas, cerca de mil partituras, manuscritos, acervos, imagens e registros de músicos paraenses ou estrangeiros que viveram no Pará e contribuíram para a música local. Vicente Salles é modesto ao receber a homenagem da Feira do Livro. “Fui apanhado de surpresa como um caboclo do interior que, de repente, é colocado dentro do Theatro da Paz. Estou entre o pavor e o deslumbramento. Não sei se devo festejar muito ou se devo refletir sobre o que eu ainda posso fazer. Não existe música erudita nem popular.
Existe música, que entra por um ouvido e sai pelo outro. Às vezes um batuque é mais digno que uma música feita em laboratório – às vezes esta apenas vira mercadoria. Não existem compartimentos de música. Ela é um patrimônio construído pelo homem. É patrimônio da humanidade, não de uma classe social”, revela Vicente.

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