Barcos regionais a motor, veleiros, vigilengas, rabetas, bajaras, canoas ubás, igarités, catraias, botes fazem parte da memória afetiva, produtiva e econômica parauara, navegando pelo oceano Atlântico, baías, rios que mais parecem mares, lagos, igarapés, furos, estreitos, igapós e campos alagados…

Embora o Quartel Tiradentes esteja localizado no coração do bairro do Reduto, sediando o 2º BPM e duas Companhias da Polícia Militar do Pará, os meliantes parecem desafiar abertamente os policiais. Os assaltos no bairro continuam muito frequentes, principalmente no…

Douglas da Costa Rodrigues Junior, estudante de Letras - Língua Portuguesa da Universidade Federal do Pará e bolsista do Museu Paraense Emílio Goeldi, ganhou a 18ª edição do Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica na área de Ciências Humanas…

O Ministério Público do Trabalho PA-AP abrirá na segunda-feira inscrições para Estágio de Nível Superior. A seleção será destinada ao preenchimento de vagas e formação do quadro de reserva de estagiários dos cursos de Administração/Gestão Pública, Biblioteconomia, Direito, Jornalismo, Publicidade/Propaganda…

Caçador de pérolas

Historiador, jornalista, antropólogo, folclorista e musicólogo, Vicente Salles, 76 anos, é o patrono da XI Feira Pan-Amazônica do Livro. Na terça, 2, às 20h30, será o lançamento da segunda edição do seu livro “Música e Músicos do Pará”, com sessão de autógrafos. Dicionário biográfico do saber e fazer música no Pará, a nova edição traz mais de 500 páginas, cerca de mil partituras, manuscritos, acervos, imagens e registros de músicos paraenses ou estrangeiros que viveram no Pará e contribuíram para a música local. Vicente Salles é modesto ao receber a homenagem da Feira do Livro. “Fui apanhado de surpresa como um caboclo do interior que, de repente, é colocado dentro do Theatro da Paz. Estou entre o pavor e o deslumbramento. Não sei se devo festejar muito ou se devo refletir sobre o que eu ainda posso fazer. Não existe música erudita nem popular.
Existe música, que entra por um ouvido e sai pelo outro. Às vezes um batuque é mais digno que uma música feita em laboratório – às vezes esta apenas vira mercadoria. Não existem compartimentos de música. Ela é um patrimônio construído pelo homem. É patrimônio da humanidade, não de uma classe social”, revela Vicente.

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