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Ando estupefata com certas aberrações. Uma empresa de marketing
virtual me enviou e-mail promocional com o ostensivo título “Pexinxa” (aaargh!) e vi o d
eputado Túlio Isac (PSDB-GO),
em plena sessão extraordinária de Comissão Mista da Assembléia Legislativa de Goiás, ao microfone, se
referir de modo preconceituoso a um professor, dizendo jocosamente que não
sabia se era homem ou mulher – só porque usava cabelos compridos – e, ainda, afirmar
que uma faixa dos educadores manifestantes estava errada porque “exigimos” se escreve com “j”(!). Confiram o vídeo aí em cima. Como
salta aos olhos, jumento é que se escreve com j. Dá para fazer uma “antalogia”.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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