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Biodiversidade da gleba Mamuru-Arapiuns

A partir do próximo dia 15, os pesquisadores Reinaldo Peleja, da UFPA, campus Santarém, e Orlando Tobias, do Museu Emílio Goeldi, lideram duas equipes de 30 pessoas, nos estudos de fauna no conjunto de glebas Mamuru-Arapiuns, no oeste do Pará. As informações vão subsidiar a elaboração do Relatório Ambiental Preliminar e a proposta de um sistema de monitoramento para auxiliar no ordenamento territorial da região, tanto na regularização fundiária das comunidades tradicionais, quanto nas áreas destinadas a concessões florestais. As glebas formam o maior conjunto de florestas públicas não destinadas do Estado, somando cerca de 2,2 mil hectares. Os estudos começam a partir do acesso ao rio Mamuru e, posteriormente, serão feitas coletas mais concentradas no entorno da comunidade Sabina, em Juruti, e Monte Carmelo, em Aveiro. Será observada a fauna de solo – aranhas, escorpiões e formigas, vespas, borboletas, mosquitos, piuns e mutucas; representantes da herpetofauna – répteis e anfíbios, como cobras, lagartos e sapos -, mamíferos terrestres, voadores – morcegos -, e aquáticos, além da diversidade de peixes. Com a identificação da biodiversidade das glebas, serão levantadas espécies endêmicas, áreas de relevante interesse ecológico e as mais propícias a agricultura familiar.

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