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“Critico o fato de que os estudos de impacto que fazem acerca de uma obra do porte de Belo Monte não levar em conta o impacto em relação aos trabalhadores. Sempre que compareço às audiências públicas ressalto isso. Precisamos adotar mecanismos extrajudiciais que reduzam as demandas judiciais partindo das empresas, realizando um trabalho preventivo. Isso evitaria a enxurrada de processos nas Varas como ocorreu em Parauapebas, onde cada Vara recebe quatro mil processos por ano. Durante dois anos estas Varas estiveram entre as cinco Varas mais movimentadas do País e continuam. Não queremos isto para Belo Monte.”
(Desembargador federal do Trabalho José Maria Quadros de Alencar, presidente do TRT da 8ª Região, em entrevista aos jornalistas Luiz Flávio e Aline Brelaz, publicada hoje no Diário do Pará.)
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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