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Os dados estatísticos da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego assustam: o aumento da frota de motos é proporcional ao crescimento de óbitos e sequelados. A periculosidade inclui risco físico, químico, ergonômico e biológico. Além dos acidentes que vitimam passageiros dos mototáxis, há fatores gerados pela máquina e meio ambiente capazes de produzir doenças, como é o caso do ruído, fumaça, gases, vapores, poeiras, fuligem, vibração, postura e corpo estranho. 65% dos leitos em UTIs são ocupados por vítimas do trânsito e, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o custo de acidentes de trânsito no Brasil é de R$28 bilhões por ano.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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