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As audiências públicas sobre o Zoneamento Ecológico-Econômico da Calha Norte do rio Amazonas serão realizadas de 1º a 3 de outubro, nos pólos de Almeirim, Monte Alegre e Oriximiná, a cerca de 1.000 Km de Belém. Servirão para o governo do Estado informar, esclarecer e debater com a sociedade sobre os estudos e a Carta de Gestão do Território abrangido.
O governo concluiu o detalhamento do Zoneamento da Zona Oeste, que ensejou a Lei 7.243/2009, e agora detalha o Zoneamento da Zona Leste e Calha Norte, contemplando 110 municípios das regiões de integração da Metropolitana, Guamá, Caeté, Lago de Tucuruí, Tocantins, Capim, Araguaia, Baixo Amazonas e Carajás, área de 406 mil Km2, que corresponde a 33% do território paraense, com seis milhões de habitantes.
O ZEE é a proposta do governo estadual para subsidiar o planejamento social, econômico e ambiental, e assegurar a gestão e ordenamento territorial para o uso dos recursos naturais em bases sustentáveis, conciliando a produção econômica com a gestão ambiental conforme determina a Lei 6.745/2005, que instituiu o Macrozoneamento Ecológico-Econômico do Pará. Os estudos estão agrupados nos temas e instituições como o Museu Paraense Emílio Goeldi, Embrapa – Amazônia Oriental, IBGE, CPRM, UFPA e Ufra.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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