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A praga do barulho não inferniza só a vida de quem mora
na região metropolitana. Até a bucólica Soure sofre as agruras do uso abusivo de
equipamentos sonoros.
Hoje, uma audiência pública coordenada pelo promotor de
justiça José Maria Gomes, com a participação dos donos de aparelhagens, casas
noturnas, empresas de publicidade, emissoras de rádio, além do prefeito, vereadores,
policiais civis e militares, entidades populares e moradores em geral, tentou botar os pingos nos is na chamada capital
do arquipélago do Marajó.

O mais grave é que a poluição sonora está sempre associada
a denúncias de comércio de drogas no entorno e dentro dos ambientes em que ela
ocorre.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Nota do Sinjor em apoio a Lúcio Fávio Pinto

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