A expectativa era grande em relação à ida do governador Helder Barbalho à Assembleia Legislativa para a leitura da Mensagem na instalação da 61ª Legislatura. Funcionou como uma espécie de termômetro da Casa, que abriga novos deputados na oposição, e…

Foram empossados hoje na Assembleia Legislativa do Pará os 41 deputados estaduais eleitos para a 61ª Legislatura (2023-2027). Em seguida houve eleição para a Presidência e a Mesa Diretora, em chapa única, tendo sido reeleito praticamente à unanimidade – por…

O governador Helder Barbalho está soltando a conta-gotas os nomes dos escolhidos para compor o primeiro escalão de seu segundo governo. Nesta quarta-feira será a posse dos deputados estaduais e federais e dos senadores, e a eleição para a Mesa…

Pela primeira vez na história, está em curso  um movimento conjunto da Academia Paraense de Letras, Academia Paraense de Jornalismo, Instituto Histórico e Geográfico do Pará e Academia Paraense de Letras Jurídicas, exposto em ofício ao governador Helder Barbalho, propondo…

As agruras de quem precisa do TFD

A professora Patrícia Viegas já foi ao Ministério Público e até fez discurso na tribuna livre da Câmara Municipal de Baião, em protesto pelo cerceamento de direitos de usuário do Programa de Tratamento Fora de Domicílio, mas não consegue resolver o problema. É que seu padrasto foi submetido a uma avaliação em janeiro deste ano, para comprovar a necessidade de tratamento fora de domicílio. Em junho, outra avaliação foi solicitada. Porém, o médico encarregado não assinou nem carimbou o laudo. Aí começou outra via crucis: na Secretaria Municipal de Saúde de Baião, uma servidora duvidou da veracidade do laudo e afirmou que qualquer pessoa poderia ter forjado o documento; ficou, então, de posse dele, a fim de verificar sua autenticidade junto ao médico. Só que, ao dar a resposta, informou que o médico havia sido contactado via WhatsApp e dissera que o paciente não precisava de tratamento em Belém. Sendo assim, não teve choro nem vela: o pagamento, de míseros de apenas R$ 148,50, foi bloqueado.

Com justa razão, Patrícia questiona o porquê de um laudo sem assinatura e carimbo do médico, porém escrito de próprio punho, não ter validade, enquanto uma mensagem via WhatsApp teria. E quer saber os motivos pelos quais o médico teria mudado de opinião pelo WhatsApp.   

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