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Um grupo de pessoas se reuniu para defender um dos cartões postais de Belém e patrimônio cultural: o Ver-o-Peso.

Feirantes e frequentadores sofrem problemas que o poder público finge não existir.

 
Pelas fotos, dá para ter uma ideia da situação do trapiche na Feira do Açaí, que já dura mais que um ano.
Trabalhadores e passageiros das embarcações que atracam no local têm que fazer
malabarismos, principalmente à noite,
hora de pico da chegada das frutas, legumes, grãos e hortaliças no porto.
 
O setor de maniva, um dos mais problemáticos, é usado como banheiro público. À
noite, o local vira uma cracolândia, com a concentração de usuários de drogas. A polícia costuma fazer rondas, mas só de dia.



Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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