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A estratégia de defesa do agente da polícia federal Pedro Alexandre de Souza Gonçalves, que assassinou o suposto amante de sua esposa, utilizando viatura da PF para cometimento do crime e ocultação do cadáver, não deu certo. O tiro saiu pela culatra. É que, para escapar do Tribunal do Júri, hoje de manhã, ele se internou em um hospital particular, alegando transtorno mental, e pediu adiamento do julgamento. Só que o experiente promotor de justiça Edson Cardoso de Souza requereu – e o juiz Moisés Flexa deferiu – a internação do réu na ala psiquiátrica do presídio de Americano, onde ficará sob custódia do Sistema Penal, que o avaliará e emitirá laudo acerca de seu real estado de saúde. A mulher do policial, inicialmente arrolada como co-autora, foi excluída do processo a pedido do próprio MP: o promotor Edson Cardoso de Souza verificou que, durante a apuração do caso, não ficou evidente a participação dela.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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