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95,1% da população paraense não têm acesso a rede de esgoto. Em Belém, só 13,86% dispõem de saneamento básico. Nos bairros periféricos, a rede não chega sequer a 0,7% das pessoas. E apenas 51,18% das escolas estão ligadas ao sistema. Os dados são da Fundação Getúlio Vargas, relativos a 2008.

Com esses índices africanos, não admira que nossos bebês nasçam prematuros e doentes. E como as obras necessárias têm que ser feitas embaixo da terra, ninguém quer executá-las.

É melhor gritar ao mundo nossa miséria, em busca de solidariedade, para que os organismos internacionais invistam em projetos humanitários que reduzam as doenças, a mortalidade e proporcionem vida digna.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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