A Cosanpa abriu nada menos que seiscentos buracos imensos nos bairros mais movimentados de Belém, infernizando a vida de todo mundo com engarrafamentos e causando graves riscos de acidentes, principalmente porque chove sempre, e quando as ruas alagam os buracos…

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A desembargadora Maria de Nazaré Saavedra Guimarães, que se destaca pelo belo trabalho que desenvolve à frente da Comissão de Ações Judiciais em Direitos Humanos e Repercussão Social do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, e que já coordenou…

Brega no Pará é coisa séria. Tem Brega Pop, Brega Calypso, Brega Marcante, Brega Saudade, Tecnobrega, Melody, Tecnomelody … Verdadeiro hino (música oficial dos 400 anos de Belém), não há quem desconheça o clássico Ao Por do Sol, eternizado na…

Adeus, Irmão José Ricardo Kinsman!

A última vez em que vi o Irmão José Ricardo Kinsman, religioso da Congregação dos Irmãos da Santa Cruz, ex-diretor do Colégio “Dom Amando”, de Santarém (PA), foi no dia 10 de outubro de 2013, quando ele recebeu a Comenda do “Mérito Nossa Senhora de Nazaré”, outorgada pela Alepa.  Demo-nos um emocionado abraço de reencontro que também é de despedida, agora que ele se foi definitivamente de nosso convívio. Só quem estudou no CDA entende o vínculo afetivo criado por todos nós com aquela personalidade extraordinária, forte, por vezes irascível mas sempre competente, correto e determinado a fazer daquela horda de jovens oriundos das diversas cidades vizinhas e até das lonjuras interioranas cidadãos na mais ampla e bela acepção do termo, mais ainda do que profissionais bem sucedidos. 

Em plena Amazônia,  a ilha de excelência que era o Colégio Dom Amando, dirigido pelo Irmão José Ricardo, nos oferecia um quadro docente de primeira linha. Conferir os nossos nomes no Quadro de Honra era muito mais importante do que o boletim de notas propriamente dito. O sistema de reconhecimento de mérito – e demérito – funcionava, sim! 

Apesar de ser uma escola de conceito norte-americano e dirigida por norte-americano, o espírito cívico era algo vívido. Antes das aulas, diariamente, entoávamos o Hino Nacional. Os Hinos do Pará, de Santarém e do CDA sabíamos na ponta da língua e eram cantados em todas as celebrações esportivas, culturais e oficiais. O aprendizado não se limitava à sala de aula. Tínhamos uma enorme oficina de trabalhos manuais onde aprendíamos ofícios, com a obrigação de passar pelo menos um semestre ensinando aos mais novos. A interessante biblioteca, cujo acervo podíamos devorar à vontade, as quadras de esporte, a banda de música, os eventos semestrais, sempre integrados à comunidade santarena e de toda a região Oeste do Pará… Estamos todos, os ex-alunos, nos sentindo órfãos. Adeus, Irmão José Ricardo, alma do Colégio Dom Amando de Santarém! Que Deus o receba em paz!

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