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Está fervendo o clima entre os delegados de polícia parauaras. Tudo por causa das eleições para a diretoria da Associação de Delegados de Polícia do Pará – Adepol, triênio 2015/2017, realizadas dia 14/11/2014, cuja ata informa que urnas do interior do Estado foram maculadas e que pelo menos vinte e três delegados votantes estavam recém associados e pagaram o boleto após a data-limite, além de três sem pagar o boleto, enquanto delegados adimplentes foram impedidos de votar. Interposto recurso, foi solicitada e acatada pela comissão eleitoral a nulidade da eleição. Mas o caso desaguou no Judiciário, com Ação Anulatória do ato praticado pela comissão eleitoral. Os autos foram distribuídos no dia 16/11/14 e com máxima celeridade, em 24h a juíza Lailce Ana Marrom da Silva Cardoso, respondendo pela 7ª Vara Cível, concedeu a tutela antecipada requerida, suspendendo o ato praticado pela comissão eleitoral que anulou as eleições e determinando a posse da chapa União pela Valorização no dia 01/01/2015. Mais: a liminar menciona o delegado João Moraes – cabeça de chapa oposicionista  – como réu e lhe impõe obrigação de fazer, sob pena de multa diária, embora ele nem integre a comissão eleitoral, que já impetrou recurso e derrubou a decisão.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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