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A jornalista Sâmia Mafra é mais uma vítima e entrar para a estatística de violência dessa cidade.
Caminhava hoje pela Caripunas, com uma amiga do trabalho, em direção ao Hemopa, com um objetivo muito nobre: doar sangue. Antes de chegar ao destino, em frente ao restaurante Parrila um homem estacionou a moto na calçada e puxou uma arma da calça. “Ele dizia: passa o celular se não eu atiro.
Eu, muito nervosa, gritei de desespero. O bandido apontando a arma na nossa direção mandou: cala a boca se não te mato. Abri a bolsa e entreguei o celular. Minha amiga disse que estava sem o aparelho e entregou a carteira com documentos, cartões e dinheiro. Na rua, nenhuma viatura da polícia ou morador que pudesse nos ajudar”, relatou, indignada.

Na terça-feira passada, 25, a casa do jornalista Nilton Guedes foi invadida por dois bandidos armados com revólveres. Um deles achou que ele iria reagir e atirou duas vezes. Nilton pulou e escapou do pior. A primeira bala penetrou de lado, atravessou a musculatura e ficou alojada abaixo do mamilo direito. A segunda pegou de raspão. Nilton foi socorrido e está no hospital Porto Dias, felizmente sem risco de morte. 

São apenas exemplos de uma violência que amedronta a todas as famílias. Diariamente tantos anônimos são vitimados por ela! Não podemos nos acomodar e compactuar com essa situação. É preciso providências mais eficazes, ninguém aguenta mais. Nem em casa estamos seguros.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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