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A pesquisa eleitoral e a realidade no Pará

O instituto Paraná realizou pesquisa eleitoral de intenções de voto para o governo do Pará, divulgada pela TV Record, jornal Diário do Pará e blog do Bacana. No primeiro cenário, os candidatos seriam Helder Barbalho(PMDB), Zenaldo Coutinho (PSDB, considerado o candidato do atual governador, Simão Jatene), Paulo Rocha(PT) e Márcio Miranda(DEM). Nesse quadro, Helder venceria, com 39,4% dos votos, mais do que o dobro do que teria Zenaldo (17,9%). Paulo Rocha ficaria em terceiro lugar (13,4%) e Márcio, em quarto (10,7%). No segundo cenário, os candidatos seriam Helder, Paulo Rocha, Manoel Pioneiro (PSDB, outra alternativa de Jatene para sucedê-lo) e Márcio Miranda. Nessa situação, Helder Barbalho receberia 40,9% dos votos, contra 15,1% de Paulo Rocha, 14,1% de Pioneiro e 11% de Miranda.
Para a realização da pesquisa foi utilizada uma amostra de 1.285 eleitores, em 58
municípios, de 13 a 17 de novembro de 2015, sendo acompanhadas 19,9% das entrevistas.

Pois bem. Além da precocidade do levantamento, visto que ainda faltam 3 anos para as eleições estaduais, o País está mergulhado em grave crise econômica e política, com um pleito municipal pelo meio que pode alterar em muito a conjugação de forças, e o nome do presidente da Alepa, deputado Márcio Miranda, parece ter sido incluído para, digamos, embaralhar o jogo. Isto porque ele não tem a menor intenção de se candidatar ao Executivo, e já deixou bem clara sua opção pelo Legislativo. 

Por outro lado, a pesquisa não menciona o senador Flexa Ribeiro, que preside o PSDB, tem andado o Pará inteiro montando candidaturas a prefeito – com o intuito de ser por eles apoiado, mais tarde, óbvio -, e o secretário de Estado Adnan Demachki, homem forte de Jatene, que tem liderado – com sucesso – as principais negociações políticas e empresariais destinadas a fazer funcionar o novo desenho administrativo do governo e vem criando importantes fontes alternativas de novas receitas, o que é fundamental para que sejam implementadas as políticas públicas.

Qualquer pesquisa que tenha o pé no chão não pode deixar de mencionar Flexa e Adnan, embora Zenaldo e Pioneiro, se reeleitos em 2016, ganhem reforços às respectivas candidaturas já postas para 2018. Sem falar em outros nomes, de outros partidos, que podem emergir vitoriosos no ano que vem. O jogo é dinâmico e tudo pode mudar. Ou não, como diria Caetano Veloso.

Confiram aqui a íntegra da pesquisa da Paraná.

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