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Belém do Pará, às vésperas de seus 400 anos, precisa resgatar sua cidadania. É uma vergonha que as travessas Félix Rocque e Joaquim Távora, na Cidade Velha, e a Manoel Evaristo, no bairro do Umarizal, tenham sido fechadas por portões de particulares negando o acesso da população ao rio. Da mesma forma, a Prefeitura não tirar os camelôs da Av. Presidente Vargas, mesmo com determinação judicial. O quarteirão entre as ruas Ó de Almeida e Aristides Lobo fere a dignidade humana, além de ser um atentado à saúde pública, com  “comida” em condições além de precárias sendo vendida sem a menor fiscalização, além do uso de inflamáveis como botijões de gás. Cadê o MP, o Iphan, a SPU, a Seurb,  a Vigilância Sanitária? Onde o respeito pelo distinto contribuinte, pela população à qual é negado o direito constitucional de ir e vir?
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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