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A farra dos estacionamentos em Belém

Em Belém, os estacionamentos privativos ganham rios de dinheiro, cobram caríssimo, não entregam nota fiscal, muitos não oferecem tolerância de tempo nem cobrança fracionada (minutos que extrapolarem a hora), muito menos descontos a partir da segunda hora, não se responsabilizam por danos causados ao veículo nem furtos de pertences deixados no interior do carro, e ainda cobram valor abusivo em caso de perda ou extravio do comprovante do estacionamento. 

Os órgãos de defesa do consumidor – e da cidadania! – e a prefeitura têm que assumir suas responsabilidades e fiscalizar esse negócio, que não está recolhendo devidamente os impostos e lesando duplamente o contribuinte.

Por outro lado, a prefeitura precisa disciplinar os locais de estacionamento e fiscalizar o cumprimento, claro. Belém é uma cidade que não dispõe de calçadas para os pedestres, as ruas são insuficientes para tantos veículos, e até mesmo as ruas estreitas dos bairros mais antigos como da Cidade Velha, Campina, Comércio e Reduto ficam atravancadas. Todo mundo estaciona onde e como quer. Para na filha dupla e tripla, liga o pisca-alerta e pronto. Que o resto do mundo dê o seu jeito. Uma selvageria. Não à toa, aqui o trânsito mata mais pessoas do que países em guera. E ninguém faz algo.

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