Publicado em: 26 de janeiro de 2012
Muita festa foi feita em função do
anúncio de que o chamado PAC das hidrovias destinaria este
ano R$2,7 bilhões para obras, especialmente nos Corredores Oeste-Norte (rio
Madeira) e Centro-Norte (rio Tocantins), principais eixos de escoamento da
produção agrícola e mineral no País. Mas os investimentos previstos no
Orçamento Geral da União para 2012 não passam de míseros R$334 milhões – que não
dão nem para custear o derrocamento do Pedral do Lourenço, orçado em R$580
milhões, para viabilizar a navegação entre Marabá e Vila do Conde, em
Barcarena, uma luta de mais de 30 anos do povo do Pará -, além do que não há sequer
garantia de que serão aplicados: sempre é possível o contingenciamento dos
recursos.
anúncio de que o chamado PAC das hidrovias destinaria este
ano R$2,7 bilhões para obras, especialmente nos Corredores Oeste-Norte (rio
Madeira) e Centro-Norte (rio Tocantins), principais eixos de escoamento da
produção agrícola e mineral no País. Mas os investimentos previstos no
Orçamento Geral da União para 2012 não passam de míseros R$334 milhões – que não
dão nem para custear o derrocamento do Pedral do Lourenço, orçado em R$580
milhões, para viabilizar a navegação entre Marabá e Vila do Conde, em
Barcarena, uma luta de mais de 30 anos do povo do Pará -, além do que não há sequer
garantia de que serão aplicados: sempre é possível o contingenciamento dos
recursos.









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