0
 

Muita festa foi feita em função do
anúncio de que o chamado PAC das hidrovias destinaria este
ano R$2,7 bilhões para obras, especialmente nos Corredores Oeste-Norte (rio
Madeira) e Centro-Norte (rio Tocantins), principais eixos de escoamento da
produção agrícola e mineral no País. Mas os investimentos previstos no
Orçamento Geral da União para 2012 não passam de míseros R$334 milhões – que não
dão nem para custear o derrocamento do Pedral do Lourenço, orçado em R$580
milhões, para viabilizar a navegação entre Marabá e Vila do Conde, em
Barcarena, uma luta de mais de 30 anos do povo do Pará -, além do que não há sequer
garantia de que serão aplicados: sempre é possível o contingenciamento dos
recursos.  
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

MPE constatou abuso da menor na cadeia

Anterior

Cadê o aproveitamento hidroviário?

Próximo

Você pode gostar

Comentários