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O BNDES vai aplicar R$ 23 bilhões em
infraestrutura neste ano, e a maior parte vai para o setor de energia elétrica.
Acontece que a UHE-Tucuruí inviabilizou as vias navegáveis da região. Depois de três décadas as eclusas foram inauguradas
em 2010, a um custo de R$ 1,5 bilhão, mas até hoje não rendem sequer 1% de seu
potencial por causa da pedreira no rio Tocantins. E ninguém sabe por que a remoção
dessas pedras que atravancam o caminho está em “reestudo e
reavaliação” no Ministério dos Transportes, via Universidade Federal de
Santa Catarina, embora o projeto básico tenha sido elaborado por técnicos da
UFPA.
Também falta o desassoreamento do
leito, sinalização e balizamento do rio Tocantins, para permitir, além da
segurança da navegação, elevar a capacidade de transporte de cargas. E, ainda, aprofundamento
de trechos do rio Amazonas, para possibilitar o aumento do volume de carga
transportada entre Itacoatiara e Porto Velho.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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