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Quem esperava tumulto se surpreendeu. O governador Simão Jatene se preservou de possível saia justa na sessão solene da retomada dos trabalhos na Alepa, hoje, e o vice, Helenilson Pontes, acompanhado por vários secretários, leu a Mensagem e respondeu as críticas da oposição.  Tudo leve, como convinha ao momento. 

Uma questão de ordem, levantada pelo líder do PSOL, Edmilson Rodrigues, deve ser colocada em pauta nos próximos dias. É que o Regimento Interno prevê discursos apenas de dois deputados, um pela situação e outro pela oposição. Edmilson – sem desmerecer o colega –  disse não se sentir representado pelo deputado Edilson Moura(PT) e reivindicou a palavra. O presidente da Casa, Manoel Pioneiro, resolveu atender ao pedido mas aí o deputado Parsifal Pontes, líder do PMDB, se achou no direito de também exigir a mesma coisa. Como percebeu que, nesse ritmo, a coisa iria degringolar, o presidente voltou atrás e manteve apenas dois oradores – o deputado Márcio Miranda, líder do Governo, cumpriu sua função. Edmilson exerceu o jus esperneandi mas aproveitou para dar os parabéns pelo aniversário de Pioneiro. 

Houve recital com os pianistas Ana Maria Adade e Humberto Azulay e as cantoras líricas Dione Colares (soprano) e Gabriella Florenzano (mezzo contralto).
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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