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Peguei um engarrafamento de cinco horas e meia, ontem, de Belém a Salinas. Culpa da Polícia Rodoviária Federal, que não fiscaliza nem multa os ônibus e carretas, que trafegam livremente, ocupando todas as pistas, causando acidentes e todo tipo de transtorno. A noite foi animada, havia até os cabeçudos do boi de São Caetano de Odivelas, na folia de rua.

Hoje, apesar da enorme população flutuante, a praia estava civilizada, sem engarrafamentos na ida e na volta (pelo menos de 11 a 13 horas, quando eu fui e voltei). Dia lindo de sol e mar.
 

As ruas de Salinas continuam similares ao solo lunar. As lâmpadas da maioria dos postes de iluminação pública estão queimadas. Proliferam as crateras, o mato e o lixo – o carro da coleta só para nas residências que pagam um extra. Urubus sobrevoam a cidade, literalmente entregue a baratas pelo inoperante prefeito municipal, que só cuida de seu hospital. 

Pior que, segundo a opinião dos nativos, periga haver reeleição por Wx0, já que o ex-prefeito Di Gomes ficou inelegível pela Lei da Ficha Limpa e ninguém honesto, trabalhador e com boas ideias quer se candidatar.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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