Publicado em: 13 de março de 2012
Em mais um
seminário técnico sobre transporte aquaviário, o diretor de Planejamento e
Avaliação da Política de Transportes do Ministério dos Transportes, Francisco
Luiz Baptista da Costa, disse que no início de 2013 começam os estudos para
lançar o Plano Hidroviário Estratégico. Que “vamos investigar as hidrovias
prioritárias e analisar junto com a Agência Nacional de Águas a nova estratégia
de desenvolvimento do transporte aquático, até para articular a construção de
novas hidrelétricas com eclusas para possibilitar a navegação”. E garantiu
que a Ferrovia Norte-Sul terá um ramal até Belém.
seminário técnico sobre transporte aquaviário, o diretor de Planejamento e
Avaliação da Política de Transportes do Ministério dos Transportes, Francisco
Luiz Baptista da Costa, disse que no início de 2013 começam os estudos para
lançar o Plano Hidroviário Estratégico. Que “vamos investigar as hidrovias
prioritárias e analisar junto com a Agência Nacional de Águas a nova estratégia
de desenvolvimento do transporte aquático, até para articular a construção de
novas hidrelétricas com eclusas para possibilitar a navegação”. E garantiu
que a Ferrovia Norte-Sul terá um ramal até Belém.
Já o diretor
de Infraestrutura Aquaviária do Dnit, Herbert Drummond, afirmou que há previsão
de “obras importantes” para desenvolvimento da malha hidroviária, que
só para o programa nacional de dragagem e sinalização estão previstos
investimentos de R$320 milhões, e que estão sendo construídos terminais
hidroviários em “praticamente em todas as cidades de porte médio da Região
Norte”. E ainda destacou também a obra de derrocamento e dragagem do rio
Tocantins e a construção do terminal multimodal em Marabá.
de Infraestrutura Aquaviária do Dnit, Herbert Drummond, afirmou que há previsão
de “obras importantes” para desenvolvimento da malha hidroviária, que
só para o programa nacional de dragagem e sinalização estão previstos
investimentos de R$320 milhões, e que estão sendo construídos terminais
hidroviários em “praticamente em todas as cidades de porte médio da Região
Norte”. E ainda destacou também a obra de derrocamento e dragagem do rio
Tocantins e a construção do terminal multimodal em Marabá.
Pelo jeito,
os burocratas do governo federal não andam pelas
bandas do Pará faz tempo. Há décadas que os sucessivos governos fazem
planos e mais planos estratégicos de hidrovias, estudos de viabilidade técnica
e econômica, editam normas para assegurar a navegação nos rios onde constroem
barragens para usinas hidrelétricas e nada acontece. E nem sabem que R$320
milhões são insuficientes até para a derrocagem do pedral do Lourenço, no rio
Tocantins, quanto mais para toda a região Norte?!
os burocratas do governo federal não andam pelas
bandas do Pará faz tempo. Há décadas que os sucessivos governos fazem
planos e mais planos estratégicos de hidrovias, estudos de viabilidade técnica
e econômica, editam normas para assegurar a navegação nos rios onde constroem
barragens para usinas hidrelétricas e nada acontece. E nem sabem que R$320
milhões são insuficientes até para a derrocagem do pedral do Lourenço, no rio
Tocantins, quanto mais para toda a região Norte?!









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