Publicado em: 21 de março de 2012
Ontem, os promotores de justiça
integrantes do Geproc – Grupo Especial de
Prevenção e Repressão às Organizações Criminosas – do MPE-PA ficaram de cabelo em pé com o que viram e
ouviram: cinco vereadores de Vitória do Xingu foram lá para – acreditem! – devolver R$5 mil que cada um recebeu de
presente da empresa Sotreq, por
terem aprovado sem o devido processo legal projeto de lei reduzindo a alíquota
do imposto sobre serviço de qualquer natureza- ISSQN – de 5 para 2 %.O fato é inédito e vai ser investigado a
fundo pelo Ministério Público.
integrantes do Geproc – Grupo Especial de
Prevenção e Repressão às Organizações Criminosas – do MPE-PA ficaram de cabelo em pé com o que viram e
ouviram: cinco vereadores de Vitória do Xingu foram lá para – acreditem! – devolver R$5 mil que cada um recebeu de
presente da empresa Sotreq, por
terem aprovado sem o devido processo legal projeto de lei reduzindo a alíquota
do imposto sobre serviço de qualquer natureza- ISSQN – de 5 para 2 %.O fato é inédito e vai ser investigado a
fundo pelo Ministério Público.
Em Belém, o empresário da
construção civil Márcio Bellesi comprou a área da Sotreq localizada no bairro
do Marco. E o vereador Gervásio Morgado (PR) faz o diabo para aumentar o gabarito de 1.3 para 3.0 justamente nessa área,
permitindo que mais do que dobre o tamanho de prédios a serem construídos ali –
tanto para o alto (uma torre de 40 andares, por exemplo) como para os lados
–, mexendo no Plano de Desenvolvimento Urbano antes
que seja votado, sem consultar a população nem realização de estudo de impacto
de vizinhança, muito menos pareceres das Comissões da Câmara. Qualquer
semelhança é mera coincidência.
construção civil Márcio Bellesi comprou a área da Sotreq localizada no bairro
do Marco. E o vereador Gervásio Morgado (PR) faz o diabo para aumentar o gabarito de 1.3 para 3.0 justamente nessa área,
permitindo que mais do que dobre o tamanho de prédios a serem construídos ali –
tanto para o alto (uma torre de 40 andares, por exemplo) como para os lados
–, mexendo no Plano de Desenvolvimento Urbano antes
que seja votado, sem consultar a população nem realização de estudo de impacto
de vizinhança, muito menos pareceres das Comissões da Câmara. Qualquer
semelhança é mera coincidência.









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