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Os
trabalhadores da Celpa estão sem receber valores devidos pela empresa, oriundos
de indenização homologada pela Justiça do Trabalho. Até agora as três parcelas
somam cerca R$97 milhões. A juíza Filomena Buarque, titular da 13ª Vara de
Falências e Concordatas de Belém, decidirá acerca da reivindicação feita no
sentido da autorização do pagamento.
Auditores contratados pela Agência Nacional de Energia
Elétrica para acompanhar a recuperação judicial da Celpa explicaram à
magistrada e ao promotor de justiça Sávio Brabo, titular da Tutela das
Fundações, Entidades de Interesse Social e Falências e Recuperação Judicial e Extrajudicial,
como funciona a contabilidade da concessionária de energia elétrica. E vão
orientar a análise da documentação apresentada para verificar a veracidade das alegações
da empresa, sobretudo no que tange a crimes falimentares, previstos nos artigos
168, 172,173 e 178 da lei 11.101/2005. O diretor da Aneel Felipe Pepetone é o relator
do processo que poderá decretar a caducidade da concessão da Celpa.
A briga é de cachorro grande. Entre os
interessados, figuram Bradesco, Banco do Brasil, Banco ABC Brasil S.A., Banco
da Guanabara S.A., Banco Industrial S.A., Bando Interamericano de Desenvolvimento
– BID, Banco J Safra S.A., CESP – Cia. Energética de São Paulo, Cia. de Geração
de Energia Pilão, CR. Almeida S/A – Engenharia e Construções e Exponencial Serviços
de Consultoria e Assessoria Ltda.. Toda a tramitação do processo 0005939-47.2012.814.0301
pode ser acompanhada aqui. 
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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