Publicado em: 24 de março de 2012
A Celpa cancelou todo o seu cronograma de manutenção da rede de
distribuição de energia elétrica. Em todo o Pará, todos os dias,
transformadores estouram e não são substituídos; quando muito, são consertados
na base da gambiarra. Os municípios de
Breves e Portel, no arquipélago do Marajó, ficaram 30 horas seguidas sem energia elétrica,
sem telefone e sem água. O linhão caiu
às 19h do último dia 22 e o abastecimento só retornou hoje, 1 h da madrugada.
distribuição de energia elétrica. Em todo o Pará, todos os dias,
transformadores estouram e não são substituídos; quando muito, são consertados
na base da gambiarra. Os municípios de
Breves e Portel, no arquipélago do Marajó, ficaram 30 horas seguidas sem energia elétrica,
sem telefone e sem água. O linhão caiu
às 19h do último dia 22 e o abastecimento só retornou hoje, 1 h da madrugada.
O governo do Pará, que privatizou a Celpa, se limitou a por um nome de
sua confiança como administrador judicial da empresa, e espera em berço esplêndido transcorrer o prazo
para apresentação do plano de recuperação. A Eletrobrás, que no resto do Brasil
assumiu as empresas na mesma situação, não está sendo cobrada como deveria.
sua confiança como administrador judicial da empresa, e espera em berço esplêndido transcorrer o prazo
para apresentação do plano de recuperação. A Eletrobrás, que no resto do Brasil
assumiu as empresas na mesma situação, não está sendo cobrada como deveria.
Enquanto isso, nós, consumidores, que pagamos literalmente a conta de
tudo, estamos no limbo. E o pior é a
sinalização de que a Celpa pode ficar sob a jurisdição da Cemar – Companhia
Energética do Maranhão -, não por acaso na terra natal do ministro das Minas e
Energia e do senador José Sarney, que já tem sob a jurisdição da Codomar – Cia.
Docas do Maranhão – todas as hidrovias do País. É só o que falta. Quero ver
quando é que o governador Simão Jatene e os parlamentares do Pará vão acordar. Espera-se que não seja tarde
demais.
tudo, estamos no limbo. E o pior é a
sinalização de que a Celpa pode ficar sob a jurisdição da Cemar – Companhia
Energética do Maranhão -, não por acaso na terra natal do ministro das Minas e
Energia e do senador José Sarney, que já tem sob a jurisdição da Codomar – Cia.
Docas do Maranhão – todas as hidrovias do País. É só o que falta. Quero ver
quando é que o governador Simão Jatene e os parlamentares do Pará vão acordar. Espera-se que não seja tarde
demais.









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