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São dignas de um filme de terror as condições em que
trabalham os médicos legistas de Marabá. Além da estrutura totalmente
sucateada, sem nem ao menos um lavatório decente para lavarem as mãos, não
existe um espaço no IML do município para as necrópsias nos corpos putrefatos.
O trabalho é feito – pasmem! –  no
cemitério da Folha 29, na Nova Marabá, no chão, a céu aberto, em condições
inadmissíveis, sem qualquer equipamento de proteção individual. Luvas, só
quando as funerárias fornecem. Quando não, os corpos são manuseados sem
qualquer proteção. Uma calamidade.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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