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Desde o último dia 10, São Sebastião da
Boa Vista, Curralinho, Salvaterra, Ponta de Pedras, Soure, Cachoeira do Arari
(Marajó), Oeiras do Pará (Baixo Tocantins), Gurupá, Porto de Moz (Xingu), Almeirim,
Oriximiná, Óbidos, Juruti, Terra Santa, Prainha, Monte Alegre, Curuá e Faro
(Calha Norte), estão sofrendo racionamento de energia elétrica. São municípios
historicamente isolados, à eterna espera da chegada do linhão de energia
elétrica, onde a qualidade de vida é espelhada na permanente falta de luz,
água, telefonia e conexão via internet.
Para piorar a situação, a Guáscor do
Brasil, empresa responsável pelo abastecimento através de usinas temelétricas, ameaça
cortar o fornecimento de energia elétrica em 21 municípios do interior do
Estado do Pará, se não receber o pagamento da dívida da Celpa até o dia 25 de abril.
Acontece que a Rede Celpa tem até o dia
5 de maio para apresentar o plano final de recuperação. E o governo está, pelo
jeito, à espera de um milagre. Enquanto isso, a população parauara vive um
pesadelo.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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