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Na Unidade de Saúde da Sacramenta uma técnica de Enfermagem do setor de Urgência contraiu tuberculose e até agora os colegas de trabalho mais próximos dela sequer receberam atenção da Sesma para a profilaxia ou outra orientação sobre a doença.
O que se sabe é que há muito tempo não é realizado rodízio de servidores na UBS Sacramenta. Isso vai de encontro aos cuidados na prevenção dos riscos em setores tão contaminados. Ao que tudo indica, a servidora contraiu a doença em serviço.
Hoje, servidores que trabalhavam próximo à profissional que agora está afastada pelo IPAMB decidiram, por conta própria, chegar em jejum à Unidade para fazer exame de sangue. Vão também cobrar o rodízio.
É preciso que a Vigilância Epidemiológica da Sesma atente ao que está acontecendo. Os profissionais de saúde, assim como os pacientes, estão sendo vítimas de descaso. Na UBS Sacramenta sequer há água potável. Quem tem sede é obrigado a atravessar a rua e comprar sua própria água nas farmácias que ficam em frente à Unidade.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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