Publicado em: 3 de julho de 2012
O atual diretor do Barros
Barreto, Eduardo Leitão, ao invés de cuidar da péssima gestão que levou o
hospital a ficar sem medicamentos e em situação dramática, ainda se dá ao
desplante de se achar injustiçado e culpar os médicos residentes pelo
descalabro de sua administração. Ontem, chegou ao absurdo de afirmar para médica Naiara Balderramas, de dedo em riste, que está “fazendo em 3 anos o que não fizeram em 30“. Se acha o próprio
Juscelino Kubitscheck. Enquanto pacientes morrem por falta de atendimento
adequado, realiza intermináveis reuniões com o corpo clínico, onde só ele fala
suas filosofias, como se fosse um grande mestre da oratória. Ontem, na TV,
afirmou que ia resolver a falta de medicamentos em 7 dias (!). Poderia ter sido
preso no ato, por cometer tal irresponsabilidade. Só na semana passada, foram 3
óbitos num só plantão. Todos morreram com culturas positivas para bactérias
sensíveis apenas a antibióticos específicos anti-pseudomonas. Que estão em
falta há meses. Há famílias que compram os remédios sabe-se lá como (custam R$
3 mil!) para salvar seus entes queridos. E a direção do HBB sequer se mexe para
emprestar de outras instituições, em respeito às vidas sob seus cuidados.
Barreto, Eduardo Leitão, ao invés de cuidar da péssima gestão que levou o
hospital a ficar sem medicamentos e em situação dramática, ainda se dá ao
desplante de se achar injustiçado e culpar os médicos residentes pelo
descalabro de sua administração. Ontem, chegou ao absurdo de afirmar para médica Naiara Balderramas, de dedo em riste, que está “fazendo em 3 anos o que não fizeram em 30“. Se acha o próprio
Juscelino Kubitscheck. Enquanto pacientes morrem por falta de atendimento
adequado, realiza intermináveis reuniões com o corpo clínico, onde só ele fala
suas filosofias, como se fosse um grande mestre da oratória. Ontem, na TV,
afirmou que ia resolver a falta de medicamentos em 7 dias (!). Poderia ter sido
preso no ato, por cometer tal irresponsabilidade. Só na semana passada, foram 3
óbitos num só plantão. Todos morreram com culturas positivas para bactérias
sensíveis apenas a antibióticos específicos anti-pseudomonas. Que estão em
falta há meses. Há famílias que compram os remédios sabe-se lá como (custam R$
3 mil!) para salvar seus entes queridos. E a direção do HBB sequer se mexe para
emprestar de outras instituições, em respeito às vidas sob seus cuidados.
Uma das explicações é
de que o repasse de verbas federais está bloqueado porque o Hospital Bettina Ferro
não prestou contas do exercício anterior. Ou seja, questão de gestão.
de que o repasse de verbas federais está bloqueado porque o Hospital Bettina Ferro
não prestou contas do exercício anterior. Ou seja, questão de gestão.
Nota-se o silêncio do
Sindicato dos Médicos do Pará. É preciso que se posicione. Assistam à integra
da entrevista da médica Naiara Balderramas, leiam o documento dos
médicos residentes expondo a situação (cliquem em cima da imagem para ler melhor), vejam a foto da caixa de medicamentos
comprados pelas famílias dos pacientes e tirem suas próprias conclusões.
Precisamos nos indignar e cobrar providências. Já!
Sindicato dos Médicos do Pará. É preciso que se posicione. Assistam à integra
da entrevista da médica Naiara Balderramas, leiam o documento dos
médicos residentes expondo a situação (cliquem em cima da imagem para ler melhor), vejam a foto da caixa de medicamentos
comprados pelas famílias dos pacientes e tirem suas próprias conclusões.
Precisamos nos indignar e cobrar providências. Já!














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