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Thomas Morus, Lorde Chanceler do Reino da Inglaterra, por
não ter aceitado o divórcio e o cisma do rei Henrique VIII, foi condenado à
morte por traição e decapitado em 1535. Preferiu perder o cargo e a vida a
trair sua consciência. A igreja o proclamou Padroeiro dos Governantes e dos
Políticos, exatamente porque soube ser coerente com os princípios morais e
cristãos até no martírio. O filme sobre sua vida, em português, é intitulado “O
homem que não vendeu sua alma!”.
No atual clima de corrupção e venalidade que invadiu o
sistema político e eleitoral, o exemplo do Santo Thomas Morus cai como uma luva
a ensinar aos governantes e políticos, atuais e futuros, que não se pode
separar a política da moral, e que a consciência não se vende de jeito algum.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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