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Atenção, colegas advogadas que militam na área de Família! Todo cuidado é pouco em tempos de ciúmes e terceirização de reação  – vide post Amantes em perigo. A advogada Sílvia Lorena Silva, jovem, bonita e solteira, acaba de passar por uma saia justa em plena audiência de uma ação de divórcio. Patrona do cônjuge varão, a causídica foi alvo da fúria da ex-mulher, que descarregou nela toda a sua indignação: 

_Doutora, que absurdo a senhora, uma mulher, defender um pilantra!” 

Como se sabe, todos têm direito à defesa. E os advogados existem para isso. Trata-se de uma profissão muito digna e essencial à aplicação da Justiça. Mas a senhorinha, transtornada, não quis conversa e sapecou:

“_Doutora, quer saber de uma coisa? Eu acho é que a senhora só pode é estar de caso com ele!”

Cai o pano.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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