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Acabou há pouco reunião entre o promotor de justiça militar Armando Brasil, o secretário de Segurança Luiz Fernandes, o deputado Edmilson Rodrigues(PSOL) e lideranças dos militares rebelados no Pará. Houve avanços nas negociações e a assembleia geral das praças decidirá daqui a pouco pelo fim ou não do movimento. Foi acertado aumento de 20%, não retaliação do tipo transferência, assédio moral e prisões em flagrante, mas ficou claro que, se não retomarem a normalidade, haverá utilização de força policial. Batalhão de Choque, COE, Rotam, Batalhão de Guardas e Cavalaria deverão agir com rigor à noite.

O promotor Armando Brasil já determinou a abertura de Inquérito Policial Militar e instalação de Conselho de Disciplina a fim de apurar as responsabilidades na agressão a três jornalistas – o fotógrafo Akira Onuma, de O Liberal, o repórter Márcio Lins e o cinegrafista Jairo Lopes, da TV Liberal -, assim como todos os casos de violência ocorridos durante o movimento. 
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Sinjor-PA e Fenaj repudiam violência contra jornalistas

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