Governador do Pará e presidente do Consórcio de Governadores da Amazônia Legal, Helder Barbalho está com agenda intensa em Brasília, e em reunião com Lula nesta sexta-feira (27) apresentou documento proposto pelo CAL. Para o desenvolvimento regional do bioma amazônico,…

O Papa Francisco nomeou o atual bispo da prelazia de Marajó (PA), Dom Evaristo Pascoal Spengler, bispo de Roraima (RR), que estava sem titular há um ano, desde a transferência de Dom Mário Antônio da Silva para a arquidiocese de…

Utilizar o futebol como ferramenta de transformação social para crianças e adolescentes de todo o Pará é o objetivo do projeto "Futebol Formando Cidadão", que será lançado neste domingo (29) no oeste paraense. A iniciativa é do Tapajós Futebol Clube,…

No próximo sábado, 28, é o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Esta semana, foram divulgados dados da Secretaria de Inspeção do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) referente a 2022, quando foram resgatados 2.575 trabalhadores em condições análogas…

16ª Operação Lava Jato – Radioatividade

Cerca de 180 agentes da Polícia Federal cumpriram, hoje cedo,  23 mandados de busca e apreensão, 2 de prisão temporária e 5 de condução coercitiva, em Brasília, Rio de Janeiro, Niterói, São Paulo e Barueri. O foco das investigações são contratos firmados por empresas envolvidas na Operação Lava Jato com a Eletronuclear, subsidiária da Eletrobras, cujo controle acionário é da União. A empresa foi criada em 1997 para operar e construir usinas termonucleares e responde hoje pela geração de cerca de 3% da energia elétrica consumida no País.
Estão sendo apurados nesta fase a formação de cartel e o prévio ajustamento de licitações nas obras de Angra 3, além do pagamento indevido de vantagens financeiras a empregados da estatal. 

Os presos estão na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde permanecerão à disposição da 13ª Vara da Justiça Federal.  Um deles é o diretor-presidente licenciado da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, já afastado do cargo em abril deste ano, quando surgiram denúncias de pagamento de propina a dirigentes da empresa.
O outro é Flávio David Barra, executivo da Andrade Gutierrez. Ambos foram detidos no Rio de Janeiro. A prisão temporária tem prazo de cinco dias e pode ser prorrogada pelo mesmo período ou convertida em preventiva, sem prazo pré-determinado.

Já é um começo para dar um basta à impunidade que, de mãos dadas com a corrupção, assola o Brasil há séculos, gerando todo tipo de mazelas. Melhor do que a prisão é que os corruptos e corruptores sejam obrigados a devolver o dinheiro desviado aos cofres públicos com juros e correção monetária, somado a multas milionárias. Só prender não resolve, até porque, com excelentes advogados, logo sairão da cadeia.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *