Quando todos apostavam em uma radicalização que causasse esgarçamento das relações empresariais na cúpula das indústrias instaladas no Pará, a diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Pará, liderada por José Conrado Santos e José Maria Mendonça, deu uma…

Os botânicos Fúvio Oliveira e Rafael Gomes, doutorandos do Programa de Pós-graduação em Botânica Tropical do Museu Paraense Emílio Goeldi e Universidade Federal Rural da Amazônia, concorreram com 86 jovens cientistas do mundo inteiro e estão entre os 23 contemplados…

Na próxima terça-feira, dia 16, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Chicão, deverá incluir na pauta do plenário a apreciação do Processo nº 7/2022, encaminhado pelo Tribunal de Contas do Estado, tratando da prestação de contas do Governo do Pará…

Liderados pelo presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), promotor de justiça Manoel Murrieta, que é paraense, promotores, procuradores, juristas e convidados do Brasil inteiro irão reafirmar o compromisso institucional do Ministério Público e o seu papel…

Venda de peixes raros deu cadeia

Depois de um ano de investigações da PF, a pedido do Ministério Público Federal, foram presos seis empresários do ramo de peixes ornamentais e um servidor público e fechadas cinco empresas do ramo de peixes ornamentais em Altamira-PA (Hom Aquarium e Aguapeixe Aquarium); em Magé-RJ (Acqua Betha Com Imp e Exp Ltda); em Manaus-AM (Turkys Aquarium); e em Santos, SP (Aquário Comércio de Peixes Ornamentais Ltda).
Além de vender peixes endêmicos – que só vivem na confluência entre os rios Xingu e Iriri, região central do Pará – a quadrilha cometia falsidade ideológica, através de intrincado esquema para esquentar documentos de trânsito dos animais. Com base nas provas, eles poderão ser denunciados posteriormente pelo MPF por formação de quadrilha, falsidade ideológica, corrupção ativa e passiva e crime ambiental.
A quadrilha obtinha os peixes dos fornecedores de Altamira e Manaus. Depois, embalada, a mercadoria ilegal era transportada em aviões particulares, através de Itaituba ou Santarém, de onde seguia para os portos de Santos e do Rio de Janeiro. De Santos, os peixes eram remetidos para a Ásia. Já pelo Rio, chegavam à Europa. Acari Zebra e Arraia do Iriri alcançam altos valores no mercado negro internacional de peixes ornamentais. Um único espécime de Acari Zebra custa US$ 1,5 mil na Ásia ou na Europa.

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