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Eu vou cantar, cantar/ Nesta valsinha o amor/ Quanta emoção/ Que desperta a canção/ Só quero cantar para ti/ Neste compasso eu vou/ Como se fosse meu/ Mas na verdade/ Este canto que fiz/ É teu, meu grande amor/ Vem agora/ Vem depressa/ Vem sem medo/ Dançar pelo salão/ Nossa valsa tão bonita/ Que me lembra Santarém/ Nossa terra tão querida/ São lembranças que guardei/ Juntinho ao coração/ (Juntinho ao coração)/ Ah! Santarém/ Oh! Tapajós/ Tens a beleza natural/ Que o poeta cantou/ Minha terra natal/ Santarém, esta valsinha, é para ti/ Mas quero te dizer/ Que fiz com muito amor/ Quem dera um dia voltar/ Ao teu regaço de esplendor/ Eu vi, meu Tapajós,/ Que luar tão lindo/ Mirando Alter-do-Chão/ Um paraíso pleno de belezas, quanta imensidão,/ Águas tão puras, belas, cristalinas,/ Mar de inspiração/ Meu rio azul/ Vou mergulhar pra sempre/ Esta canção/ Cantando assim/ Nas águas da emoção/ Oh! Minha Santarém/ Como te quero bem/ Me deixa eu te dizer/ Não custa repetir/ Tu tens o pôr-do-sol/ Mais lindo de morrer/ Na foz do Tapajós/ Oh! Linda Santarém! (Música e letra: Vicente José Malheiros da Fonseca)

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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