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Lançado em fevereiro, o projeto Produção de Réplicas e Catalogação dos Prédios Históricos de Santarém expõe miniaturas em gesso e argila, réplicas dos prédios históricos da cidade, em 65 peças produzidas por 20 artesãos santarenos, que participaram de oficinas preparatórias. Alguns monumentos também já contam com placas indicativas. O primeiro a ser catalogado foi a igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição. Logo em seguida foi a vez do Centro Cultural João Fonna, construído entre os anos de 1853 e 1862. Até o dia do aniversário de Santarém, 22 de junho, mais dez prédios receberão placas de identificação. Também será lançada a revista Patrimônio Histórico e Arquitetônico de Santarém, com uma síntese histórica. Na última etapa do projeto, estão previstas visitas monitoradas dos alunos da rede pública a esses locais.
A intenção é apresentar, preservar e divulgar a memória da cidade, com registro do patrimônio histórico e arquitetônico ainda existente em Santarém – cerca de cem prédios e monumentos construídos no final do século XIX e início do XX. Alguns ainda têm bom estado de conservação, mas muitos estão ameaçados de demolição, completamente abandonados, outros foram descaracterizados e não preservam mais a estrutura original.
A iniciativa é da FIT – Faculdades Integradas do Tapajós, com patrocínio da Mineração Rio do Norte -MRN.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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