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O gasto do SUS com tratamento dos 2.655 não-fumantes que morrem todo ano no Brasil em conseqüência de doenças provocadas pelo tabagismo passivo é de pelo menos R$ 19,15 milhões. Já o impacto dessas mortes evitáveis no pagamento de pensões ou benefícios pelo INSS é de R$ 18 milhões anuais. Os dados são da pesquisa Impacto do Custo de Doenças relacionadas com o tabagismo passivo no Brasil – estudo econômico em saúde solicitado pelo Instituto Nacional de Câncer à Coordenação do Programas de Pós-Graduação de Engenharia da UFRJ e financiado pelo Projeto Iniciativa Bloomberg Brasil. Tendo como uma de suas bases a estimativa Mortalidade atribuível ao tabagismo passivo na população urbana do Brasil, realizada por pesquisadores do INCA e do Instituto de Estudos de Saúde Coletiva da UFRJ, o estudo levantou custos das três principais doenças relacionadas ao tabagismo passivo: doenças isquêmicas do coração (como infarto do miocárdio), acidentes vasculares cerebrais e câncer de pulmão. A população estudada mora nos centros urbanos, tem 35 anos ou mais e é formada por fumantes passivos expostos involuntariamente à fumaça do cigarro.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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