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Em Oriximiná, dia sim e no outro também falta água e falta luz. Guáscor – que gera a energia em uma pequena termelétrica – e Celpa – responsável pela rede de distribuição – trocam farpas e empurram as responsabilidades. No município, é impossível prosperar qualquer negócio desse jeito, além da tortura doméstica. Quando aparece nas torneiras, a água vem misturada com lama, direto do rio. Consta que a Cosanpa não está enviando as substâncias para o devido tratamento. Oriximiná, que já foi um dos dez municípios mais prósperos do Pará, está em marcha à ré.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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