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Servir ao interesse público é o que me move na disputa pelo Quinto Constitucional. Durante nossa campanha, falei que Advocacia é uma profissão atravessada por desigualdades sociais e territoriais (e que estas desigualdades não podem ser ignoradas). E foi a partir desta mensagem que pude escutar (muito mais do que falar) a Advocacia do Pará.

Mais do que prometer, pude mostrar o que já tinha feito pelas advogadas e advogados, sempre pontuando que postagens em redes sociais não é o mesmo que militância pela Advocacia. O processo eleitoral foi desafiador: disputei com colegas advogadas e advogados muito valorosos, que representam legitimamente perspectivas da Advocacia diferente da que eu vivo.

Nas últimas semanas tenho sido recebido pelas desembargadoras e desembargadores do Tribunal de Justiça do Pará. Nos últimos 13 (treze) anos fui recebido cotidianamente no TJPA, mas nunca na condição de candidato.

Do mesmo modo que escutei a Advocacia, estou escutando a Magistratura e pontuando o que já pude fazer pelo Poder Judiciário: fui, por exemplo, Docente na Escola Judicial do Poder Judiciário do Pará, integrei a Comissão Avaliativa do Prêmio “Justiça do Trabalho Sustentável – 2023” do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, fui nomeado como Observador Eleitoral Nacional pelo Tribunal Superior Eleitoral e contribui com a elaboração do Protocolo de Julgamento com Perspectiva de Raça do Conselho Nacional de Justiça.

Sou a primeira pessoa da minha família a ter uma formação na universidade; aprendi desde muito cedo a importância do trabalho, da honestidade e do cuidado com as pessoas. O lema de nossa campanha vem da África: Ubuntu, que em livre tradução significa eu sou porque nós somos.

Se couber a mim ser o Desembargador do Quinto Constitucional da Advocacia no TJPA, farei o que me cabe: trabalhar por um mundo mais justo e solidário, nunca esquecendo de onde vim, ciente de onde estou, aberto à escuta e firme no propósito de fortalecer o Estado Democrático de Direito. Quinto Constitucional não pode ser projeto de poder. Parafraseando o poeta amazonense Thiago de Mello: como sei pouco e sou pouco, farei o pouco que me cabe me dando inteiro.

Hugo Mercês
Hugo Mercês é advogado há mais de treze anos. Fundou o Escritório Hugo Mercês Advocacia em 2012. Atua no Sistema Estadual de Defesa das Prerrogativas da OAB/PA desde 2021. Foi Procurador Estadual de Defesa das Prerrogativas da Advocacia e Chefe de Gabinete no Ministério do Meio Ambiente e Mudanças do Clima e professor no Nucleo de Prática Jurídica da UFPA. É coautor do livro “A Destinação do Bens Apreendidos em Crimes Ambientais na Amazônia”. Atua em litígios estratégicos nos tribunais brasileiros e nas cortes internacionais. Tem como área de atuação o Direito da Antidiscriminação e o Direito Público. É candidato ao Desembargo no TJPA pelo Quinto Constitucional da OAB-PA e consta na lista sêxtupla.

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