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Quem viver, verá.

Os répteis têm o corpo recoberto por uma pele seca e praticamente impermeável. As células mais superficiais da epiderme são ricas em queratina, o que protege o animal contra a desidratação e representa uma adaptação à vida em ambientes terrestres. A pele pode apresentar escamas (cobras), placas (jacarés, crocodilos) ou carapaças (tartarugas, jabutis). Os répteis, assim como os peixes e os anfíbios, são animais pecilotérmicos: a temperatura do corpo varia de acordo com a temperatura do ambiente. A respiração dos répteis é pulmonar; seus pulmões são mais desenvolvidos que os dos anfíbios, apresentando dobras internas que aumentam a sua capacidade respiratória. Em sua maioria, os répteis são animais carnívoros; algumas espécies são herbívoras e outras são onívoras. Eles têm sistema digestório completo. O intestino grosso termina na cloaca.
Os répteis desfrutam de órgãos dos sentidos que lhes permitem, por exemplo, sentir o gosto e o cheiro das coisas. Os olhos dispõem de pálpebras e membrana nictitante, que auxiliam na proteção dessas estruturas. Eles têm glândulas lacrimais, fundamentais para manter a superfície dos olhos úmida fora da água, além de uma estrutura existente entre os olhos e as narinas de cobras, chamada fosseta loreal, que possibilita perceber a presença de outros animais vivos por meio do calor emitido pelo corpo deles.
Embora os répteis não tenham orelha externa, alguns deles apresentam conduto auditivo externo, que fica abaixo de uma dobra da pele, de cada lado da cabeça. Vários experimentos comprovam que a maioria deles é capaz de ouvir diversos sons.

Algumas raposas felpudas e outros integrantes do serpentário político dizem que o governador Simão Jatene não pode ir nem à esquina. Personagens com a sede dos beduínos do deserto estão à espreita. Mas dizem os príncipes que eles ficarão na seca.

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