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“O governo do Estado só aceita a usina hidrelétrica de Belo Monte na condição de ser implantado no Pará o plano de desenvolvimento regional sustentável e de ser feita uma mudança no sistema tarifário nacional, que beneficie os produtores locais e a população que será impactada. Não queremos que se repitam, com Belo Monte, os erros cometidos durante o processo de implementação da usina hidrelétrica de Tucuruí. Além do cuidado para não haver degradação ambiental, defendemos o estabelecimento de uma cota de 25% de uso da energia produzida para as empresas que participarem do empreendimento, impulsionando a industrialização nas próprias cidades. Essa posição foi formalizada em ofício entregue pela governadora Ana Júlia Carepa ao presidente Lula, em março de 2007.”
(Cláudio Puty, chefe da Casa Civil, em Brasil Novo, na primeira das audiências públicas realizadas pelo Ibama para apresentar o EIA/Rima da UHE-Belo Monte).
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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