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Compete a todos, particularmente aos Poderes constituídos, encetar uma frente de batalha que atue quer no caráter preventivo, utilizando todos os meios possíveis de comunicação sobre esta triste e chocante realidade, estimulando a consciência do grande público, principalmente pais e responsáveis, quanto aos perigos a que estão sujeitos estes pequenos e indefesos cidadãos, quer no campo punitivo, através da celeridade dos procedimentos que permitam a aplicação das sanções penais que atuem de forma repressiva e exemplar aos agentes dessa hedionda criminalidade”.
(Desembargadora Vânia Lúcia Silveira, presidente do Grupo de Trabalho que levantou informações sobre a exploração sexual infanto-juvenil na região do Marajó, ao entregar hoje o relatório conclusivo ao presidente do Tribunal de Justiça do Pará, desembargador Rômulo Nunes). Leia matéria completa no site do Uruá-Tapera.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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